Os elogios pagos
As histórias do dia-a-dia de adolescentes, adultos e idosos estão ganhando sentido em blogs, Orkut e demais redes sociais. Com bastante espontaneidade e dinamismo, as diversas vivências pouco a pouco vão ganhando vida, numa extrema troca de relacionamentos e compartilhamento de experiências, dados e informações.
Entretanto, não são todos os indivíduos que possuem esses princípios. Hoje, a web é uma ferramenta livre, a ponto dos conteúdos nela presentes não possuírem regras e domínios de quem as redigiu, ou simplesmente repassou os dados. Com isso, alguns internautas cometem plágios, acrescentam seu nome, ou realizam singelas correções e/ou alterações e publicam textos como se fossem de sua autoria.
Por ser um meio de comunicação livre, em que os usuários possuem a liberdade de analisar, desenvolver e postar os fatores mais relevantes para aquele determinado momento, alguns blogs, microblogs, comunidades e páginas de redes sociais têm sido monitoradas por agências de publicidade.
Com o propósito de oferecer mais vantagens e benefícios aos anunciantes, muitas agências trabalham junto aos blogueiros e com outras centenas de internautas que possuem altos números de vistitas em suas homepages, visando transformar esses ambientes também em espaços publicitários. Essa prática tornou-se frequente e possibilita um bom índice de retorno para ambas as partes. O fato dos indivíduos publicarem elogios aos anunciantes mediante pagamento suscitou grande polêmica entre os demais usuários da rede.
Mesmo com a expansão dessas novas mídias devemos estar atentos aos comentários, mudanças dos comportamentos, atitudes e opiniões dos internautas. Na verdade, eles acreditam que na internet possuem a liberdade que em outras mídias não têm.
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- intercambista
- dia 25 de março de 2009
Quando a embalagem é melhor que o produto
Quando compramos nos supermercados, shoppings, galerias ou até mesmo pela internet, nos deparamos com milhares de produtos, entre eles, suas diversas características, tais como: preço, sabor, qualidade, diferentes fabricantes, peso, tamanho e por fim, para se diferenciar dos demais concorrentes apresentam embalagens distintas.
Atualmente a embalagem tornou-se um elemento bem mais importante do que certos atributos, benefícios e vantagens de alguns bens de consumo. Isso ocorreu devido a diversos fatores, entre eles:beleza e estética, praticidade, resistência, naturalidade etc.. Por isso, a cada dia este segmento tem chamado a atenção das marcas, a fim de não apenas diferenciá-las dos demais, como também atribuí-los utilidade ao cotidiano dos seus consumidores.
Na realidade, o que estamos nos acostumando a ver são verdadeiras mudanças nos conceitos, hábitos e comportamentos dos consumidores. As empresas estão atentas a essas transformações porque diariamente destinam parte dos seus investimentos ao planjamento, criação e execução de novas embalagens capazes de atender aos mais diferentes públicos.
Fernando Santana
- intercambista
- dia 25 de março de 2009
Vitrine do Skol Sensation, bastidores da Leo Burnett
De olho no Skol Sensation, um mega evento que vai fazer a cidade de São Paulo tremer no dia 04.04, alguns parceiros da Leo Burnett Brasil estão desenvolvendo espaços e situações que aproximem suas marcas aos seus consumidores.
No entanto, se engana quem pensa que o processo criativo dessas peças e ações de merchandising são fáceis de serem desenvolvidas. Pelo contrário, exige uma grande mão-de-obra que envolve profissionais de várias áreas como atendimento, planejamanento, criação, mídia, produção, mas calma, ainda não termina por aí. Tem toda a parte composta pelos fornecedores, por exemplo, gráficas, produtoras, montadores etc.. Sem contar nos ajustes e reajustes, aprovações e desaprovações, verbas possíveis e impossíveis… Tudo isso faz parte desse “bolo” publicitário.
Na verdade, ver todo o projeto finalizado dá muito prazer. É a sensação de ter ganhado uma batalha.
Então, enquanto muitos de vocês vão se planejando para curtir essa festa, fico aqui trabalhando nos bastidores.
Fernando Santana
- intercambista
- dia 25 de março de 2009
O “boom” do e-commerce
As transformações, evoluções e também revoluções dos meios tecnológicos, mídias, ambientes de compra, bens de consumo, condições de pagamentos , resultaram em indivíduos extremamente consumistas, frutos da mais pura essência do capitalismo.
As compras de frutas que antes eram realizadas em feiras livres, hoje são feitas nos mais aconchegantes e modernos supermercados e delicatessens; as roupas que anos atrás eram feitas por costureiras ou alfaiates conhecidos foram trocados por megalojas e butiques dos shoppings e grandes galerias, que apresentam maior variedade de produtos e preços; e por fim, os telefonemas efetuados em orelhões, telefones residenciais ou em celulares, na atualidade são realizados através do sistema VoIP .
Os mecanismos e avanços pertencentes a este século XXI permitem que os consumidores usufruam dos mais variados produtos e serviços, podendo adquirí-los no conforto do seu lar através da internet, por meio do e-commerce.
O grande “boom” atribuído ao e-commerce com o passar dos anos possibilitou que milhares de livrarias, lojas de roupas, sapatos, produtos eletrônicos, alimentícios, artigos de informática entre tantos outros, desenvolvessem ou simplesmente ampliassem suas ações e estruturas na internet. Tendo em vista que essas atitudes se tornaram necessárias devido a frenética rotina dos consumidores, diante de suas responsabilidades diárias.
Boa parte das empresas enxerga o comércio online como uma excelente oportunidade e sobretudo, uma ferramenta capaz de ampliar as estratégias e táticas para os mais diversificados públicos de suas marcas. Por sua vez, nada melhor do que o tempo para que os indivíduos passassem a acreditar nesse ambiente online, no qual permite que pesquisem, analisem e comprem todo e qualquer tipo de produto que desejarem.
As Lojas Americanas , Casas Bahia , Fiat , eBay , Dell , Submarino , Apple são alguns dos diversos investidores mundias que acreditaram nesse mercado virtual e que hoje fazem muito sucesso também na internet.
Por isso, se você como agência, anunciante ou simples empreendedor que nunca permitiu que o seu negócio obtivesse expansão, seja ousado e acredite no e-commerce, afinal de contas os consumidores já estão presentes nesse ambiente, agora só folta a sua iniciativa.
Fernando Santana
- intercambista
- dia 25 de março de 2009
A grande preocupação online
Em tempos de turbulências nos investimentos publicitários, muitos anunciantes estão migrando suas verbas do offline para o online, visando se manter na mídia e interagir diretamente com os seus consumidores.
A preocupação com o constante aumento da publicidade na web tem originado o surgimento de diversas agências online. Aquelas que já estão no mercado há anos continuam crescendo diante desse ambiente 2.0 com a chegada de novas contas.
O interesse dos anunciantes por essas novas empresas online faz aumentar a disputa entre agências de publicidade, birôs e houses, provocando uma releitura nas estratégias e criações de peças e campanhas. Com isso, as agências convencionais têm criado departamentos online ou extensões de suas empresas, com os seus respectivos profissionais voltados única e exclusivamente para atender os jobs na web.
O extremo poder dessa mídia online faz com que repensemos a forma como devemos atuar diante dos anunciantes, e sobretudo, dos novos consumidores que se tornaram exigentes e atualizados perante os mais distintos acontecimentos no mundo.
Por fim, as agências publicitárias que não modificarem suas formas de trabalhar, podem perder consideravelmente suas contas e até fechar suas portas em um curto prazo.
Fernando Santana
- intercambista
- dia 25 de março de 2009