Obama e a influência das novas mídias

A campanha presidencial dos EUA em 2008 não premiou a população mundial apenas com o perfil sério e compromissado do cidadão americano chamado Barack Obama. Também nos deu a possibilidade de presenciarmos uma campanha que utilizou tudo o que as novas mídias podem oferecer.

Durante toda sua campanha, Obama foi detalhista. Chegou a ser considerado por muitos especialistas ligados as áreas de política, economia, administração e comunicação um estrategista bem amparado pelas técnicas publicitárias, oratória, gestão e negócios.

Essa campanha eleitoral provou que a utilização de novos mecanismos, ferramentas e estruturas são eficientes para um envolvimento maior dos eleitores na hora de escolher seu governante.

Alguns críticos poderão dizer que essa vitória seria praticamente inevitável. Porém, se não fossem os esforços de toda a equipe e do próprio Obama, nada disso poderia terminar perfeito.

Na verdade, Barack Obama e os estrategistas de sua campanha usaram e abusaram dos benefícios oferecidos pelas novas mídias, como mensagens em mídias offline, seja em TV, cartazesembalagenstênisanúncios de oportunidade, ou online, com ajuda de mecanismos relacionados ao universo da web. Sua campanha realmente ensinou para os diversos publicitários espalhados por todo o mundo como devemos planejar e criar as táticas a favor do uso da Internet, sejam nos blogs, MSN, e-mail, Orkut, Facebook, My Space, Twitter, Second Life e, principalmente no YouTube. Todas essas ferramentas estão ligadas aos diversos mecanismos práticos e conceituais do marketing viral. Obama contou com a contribuição de alguns internautas, eleitores ou apenas admiradores, para que sua campanha tivesse toda essa repercussão.

Portanto, a forma como foi planejada e conduzida a campanha eleitoral do presidente norte-americano deixa clara a ideia de que não podemos ter fórmulas, ou conceito único e muito menos uma metodologia básica na elaboração e realização das ações.

Fernando Santana

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intercambista
dia 6 de março de 2009

O que a Leo enxerga para 2009

Esse vídeo mostra algumas visões da Leo Burnett para 2009. Vale a pena conferir.

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admin
dia 6 de fevereiro de 2009

Coleção 2.0

Por Guilherme Cury

Essa imagem mostra quantas empresas e serviços online já utilizam a web 2.0. Se tanta gente está no caminho certo, talvez seja um exemplo a ser seguido, não?

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intercambista
dia 3 de dezembro de 2008

Meios de Comunicação e a indústria cultural na internet.

Por Fabio Allves

Relendo o texto sobre indústria cultural e sociedade de Theodor Adorno e colocando com a realidade praticada e implementada pelos meios de comunicação de massa no Brasil, sejam eles, Televisão, Rádio, Jornal, Revistas, Internet e outros meios, todos levam ao pensamento e teoria de adorno.

Instigando a polêmica, uma vez que se liga a uma característica específica do mundo capitalista e a cultura (a indústria) em si, tanto pode incluir a produção de um objeto de consumo, como certa marca de sabão em pó, comercial de televisão ou até uma inserção na web de um grande portal. Quanto a arte, em suas diversas modalidades, também como produto a ser consumido pelo público em questão, mas com uma diferença: a arte é um produto voltado para uma indústria cultural.

Theodor W. Adorno foi o criador desse termo. Após um distanciamento de mais de 50 anos (1947) da origem dessa expressão, como ela pode ser considerada no início do séc. XXI, a volta de um tema, envolvendo uma outra realidade, e o tema discutido nesse post.

Pessoalmente, Theodor W. Adorno, era pessimista cultural nato, esclarece logo no começo que a expressão industrial cultural foi uma substituição de “Cultura em massa”, para desliga-la desde o início do sentido cômodo dado por seus defensores: o de que se trata de algo como uma cultura que brota espontaneamente das próprias massas, da forma que assumiria, atualmente, a arte popular. Dela a indústria cultural se diferencia de modo mais extremo. Sendo essa a indústria de consumo e a associação a uma sociedade de consumistas como em nosso país onde há pesquisas e levantamentos e que leva a grande influência que é nos Estados Unidos onde essa realidade é mais gritante.

E essa perspectiva é ampliada a todos os setores onde são fabricados de modo mais ou menos planejado (como comerciais, web anúncios e eventos), produtos fabricados para o consumo de massas, sendo determinado em grande medida por estes próprios produtos. Setores que estão entre si estruturados ou pelo menos adaptados. Quase sem intervalos, constituem um sistema. Sendo este permitido pelos instrumentos da técnica, como pela concentração econômica e administrativa como acontece nos meios de comunicação, como emissoras de televisão, rádio, agências, produtoras e editoras que buscam essa excelência em produto.

E essa Indústria cultural é a união entre as artes superiores e inferiores que permanecem separadas durante milênios e para prejuízo de ambas. Especula –se por vários modos a consciência e inconsciência de milhares de pessoas mesmo, assim as massas (populações) não são o elemento primário e sim secundário, segundo o conceito compreendido pelo “apêndice do mecanismo”- O consumidor não é, como a indústria cultural gostaria de fazer acreditar, o soberano, o sujeito desta indústria cultural, mas antes o seu objeto.

A industria não menospreza, mas sim, usa as técnicas e usufrui os meios para reforçar e consolidar sua proposta imutável. As massas não são o critério em que se inspira a indústria cultural, mas antes a sua ideologia, dado que esta só poderia existir, vindo da adaptação das massas.

Observando a publicidade na industria cultural, vemos a cultura como é uma mercadoria variável e de tal modo sujeita a lei da troca que não é nem mesmo trocável; resolve-se tão cegamente no uso que não é mais possível utiliza-la, mostrado muitas vezes pelas fases de “modismo”. Funde-se por isso com a publicidade e propaganda, que se faz tanto mais onipresente quanto mais parece absurda, onde a concorrência é apenas aparente, os motivo sempre no fundo são econômicos e na sociedade competitiva, a propaganda preenchia a função social de orientar o comprador no mercado - (teoria) tornar se o ato de sobreviver e vender cada vez mais para cliente potencial (prática) - que facilitava a escolha e ajudava o fornecedor mais hábil, contudo até agora desconhecido, a fazer com que a sua mercadoria chegasse aos interessados.

A publicidade é hoje um princípio negativo, de um produto sem o selo de publicidade, torna se economicamente suspeito e descartável pelos meios de comunicação e pela própria Web.

E essa publicidade pode mudar nos dias de hoje com a virada do foco (trazendo pro ambiente online), onde o consumidor traz interações, alterações e sugestões em produtos, serviços e propagandas? e a preparação para uma nova Web que pode deixar a teoria de Adorno invalidada!

Até onde podemos nos preocupar com o poder do consumidor sobre o produtor, seja ele de informação, produto ou serviço!?

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intercambista
dia 3 de dezembro de 2008

Convergência de mídias: melhorias e transformações na estrutura 2.0.

Por Fernando Santana

A Internet tem se tornado dia-a-dia um dos meios de comunicação mais acessados pelos indivíduos, seja, pela presença de milhares de lan houses distribuídas nos mais distintos bairros de grandes e pequenas cidades do país, ou pela facilidade que o consumidor tem de adquirir um computador ou dispositivo móvel que possua acesso a grande rede, por meio de promoções ou diversos tipos de financiamentos, mas, sobretudo pela agilidade e dinamismo que esse meio apresenta ao divulgar conteúdos e informações de forma instantânea.

Essa conduta adquirida pelos seus usuários, é proveniente da correria diária, afinal, não são todos, mas, a grande maioria das pessoas não dispõe de tempo para ler um bom jornal ou revista de forma detalhada, assistir a um noticiário completo na TV ou ouvir todas as informações que estão ocorrendo em sua cidade por meio das diversas emissoras de rádio etc.. No entanto, a convergência de todos esses meios de comunicação, que somados, designaram o grande “boom” que a Internet tem hoje. Pois, a rapidez, o dinamismo e principalmente, a interatividade que esse “bolo” digital implantou diante dos internautas, tem facilitado a vida de muitos usuários, sejam, empresários, executivos, professores e demais profissionais e até mesmo, estudantes.

Talvez, um dos pontos que mais contribuiu para que esse mecanismo obtivesse essa crescente, foi a capacidade de interação entre os milhões de usuários que acessam essa plataforma digital, ora nos blogs, fotologs, ora através de conversas instantâneas, fóruns, declarações e depoimentos nas mais distintas redes sociais. Tendo em vista que, os internautas ganharam visibilidade, conquistaram seus espaços diante de anunciantes e profissionais da área de comunicação, mas, sobretudo adquiriram respeito em relação a qualidade e a excelência nos serviços das marcas que consomem. Não são tratados apenas como meros clientes e sim, como elementos “sine qua non” para o crescimento e melhoria dos produtos, serviços e marcas.

Não foi a toa que o termo Web 2.0 aflorou a prática de novos objetivos, estratégias e táticas de atendimento, distribuição, preço, ações de merchandising etc., mediados por diversos profissionais das áreas de marketing, administração, comunicação e principalmente, anunciantes. Vale ressaltar, que o emprego e a aplicação da semântica nos formatos e estruturas da Internet irão aprimorar ainda mais a qualidade das informações, através de pesquisas e consultas em sites, troca de dados e conteúdos através dos diversos dispositivos conectados a grande rede. E, a essa nova plataforma de acesso a Internet, dar-se o nome de Web 3.0.

Contudo, é necessário pontuar a evolução e ao mesmo tempo a revolução digital que estamos enfrentando em nosso dia-a-dia. Porém, não são todos os indivíduos que conseguem acompanhar essas transformações, esses, por sua vez, intitulamos de “imigrantes digitais”, já aqueles que cresceram envolvidos pelos milhares de recursos e mecanismos tecnológicos, damos o codinome de “nativos digitais”. Todavia, os dois últimos assuntos abordados são excelentes temas para debatermos posteriormen

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intercambista
dia 3 de dezembro de 2008

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